quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Brasil é lider mundial na produção de spam


Segundo o McAfee e Trend Labs, o Brasil é o líder mundial em envio de spams. Nem mesmo os EUA com seu grande número de usuários da Internet conseguiu liderar o ranking. A maior parte dessas mensagens indesejadas, oferecem remédios como o viagra.


 




Em uma lista divulgada pela divisão de segurança da Cisco nesta semana, o Brasil desbancou os EUA e apareceu como líder entre os países propagadores de spam (mensagens indesejadas de e-mail). O país foi responsável pelo envio de 7,7 trilhões de spams no ano encerrado em novembro, contra 6,6 trilhões dos EUA (no ranking anterior, os Estados Unidos somavam 8,3 trilhões).



O Brasil, no entanto, não é o único país que apresentou crescimento na quantidade de spams enviados. A Índia, que segundo a publicação produzia relativamente pouco spam em comparação ao tamanho de sua economia, foi responsável no ano concluído em novembro por 3,6 trilhões de mensagens. O número representa mais que o dobro do mesmo período do ano anterior, segundo a Cisco.

domingo, 29 de novembro de 2009

Escola e Homofobia



Um dos melhores artigos que já li sobre como trabalhar a homossexualidade na escola, da revista Pátio Pedagógica. Alías, essa revista é excelente e quem trabalha na área de educação não deve deixar de lê-la.

É fundamental trabalhar para que a escola não reproduza ou amplie situações de desamparo e hostilidade a que muitas lébicas, gays, bissexuais ou transexuais estão submetidos em seu ambiente familiar, em sua comunidade e em outros espaços.


A homofobia na escola é um problema real. Seu enfrentamento requer estratégias específicas voltadas a garantir tanto o avanço da agenda dos direitos sexuais quanto o reconhecimento da diversidade sexual e da pluralidade das expressões de gênero. Nesse espaço, é preciso confrontar crenças e valores que alimentam os preconceitos heteroxissistas e a hostilidade homofóbica, pois pedagogias que reiteram as lógicas da "heterossexualização compulsória" prejudicam a formação de todas as pessoas.

Emprego a noção de diversidade sexual para me reportar às temáticas diferentes à população Lébiscas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Trangêneros (LGBT) e às dissidências em relação às "normas de gênero". A categoria LGBT não é usada aqui a partir de pressupostos essencialistas ou fomentadores de classificações ou exclusões. Eu a considero uma categoria política, dotada de dinâmicas e tensões, passível de contínuas reconfigurações.

A homofobia costuma ser vista como um conjunto de emoções negativas (aversão, desprezo, ódio, desconfiança, desconforto ou medo) em relação a homossexuais ou mais concretamente, a lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais. Na verdade, a homofobia transcende sentimentos individuais: trata-se de preconceito, discriminação e violência contra pessoas cuja orientação sexual (orientação do desejo sexual), identidades ou expressões de gênero (identificação dos sujeitos com configurações de masculinidade ou de feminilidade) não se conformam com a heteronormatividade, ou seja, valores, normas e dispositivos por meio dos quais a heterossexualidade é instituída como a única forma legítima e natural de expressão identitária e sexual. Nesse sentido, as práticas sexuais não reprodutivas são vistas como desvio, crime, aberração, doença, perversão, imoralidade ou pecado.


Espaço crucial na construção de sujeitos e subjetividades sintonizados com a heteronormatividade, a escola desempenha um papel central na produção e na reprodução da homofobia. Nela, a homofobia é consentida e ensinada (Louro, 1999) em rotinas de constantes ofensas, constrangimentos, ameaças, intimidação, moléstias, humilhações, tormentas, marginalização e exclusão.

Segundo pesquisa da Unesco (2004), cerca de 60% dos professores brasileiros consideram inadmissível uma pessoa ter relações homossexuais. mais de 21%¨não gostaria de ter vizinhos homossexuais. Outra pesquisa constatou um alto percentual de docentes que afirmam não saber abordar a homossexualidade nas aulas (quase 48% em Vitória) e que consideram a homossexualidade uma doença (mais de 20% em Manaus e Fortaleza). Entre os pais, 60% não desejariam que seus filhos tivesses colegas homossexuais. Entre os estudantes, muitos não gostariam de ter colegas homossexuais (mais de 44% em Maceió e Vitória) e "bater em homossexuais" foi apontado como o exemplo menos grave de violência (Abramovay et al., 2004).

Pesquisas realizadas nas paradas LGBT de São Paulo, Rio de Janeiro, belo Horizonte, Porto Alegre, Recife  e Manaus apontam a escola como o primeiro ou segundo pior espaço de manifestação homofóbica. Em 2004, no Rio, 40,4% dos jovens entrevistados disseram ter sido discriminados na escola (Carrara e Ramos, 2005). Uma recente pesquisa da Fundação Perseu Abramo indica que as pessoas LGBT são um dos principais alvos de ódio e aversão social na Brasil (Venturi, 2009).

Na escola, a homofobia incide no padrão das relações sociais entre alunos e professores; afeta o bem-estar subjetivo; dificulta o aprendizado; afeta as expectativas de alunos e professores quanto ao "sucesso" e o rendimento escolar; produz intimidação, insegurança e falta de autoconfiança; promove estigmatização, segregação e isolamento; gera desinteresse; produz ou agrava a distorção idade-série; favorece o abandono e a evasão escolar; desencadeia tendências de se evitar contextos que apresentam potencial discriminatório; reduz oportunidades e prejudica o processo de inserção no mercado de trabalho; enseja invisibilidade ou visibilidade distorcida das pessoas; conduz à maior vulnerabilidade em relação a chantagens, assédios, abusos, DSTs e AIDS; tulmutua o processo de configuração identitária e a construção do respeito de si; influencia a vida social em geral; dificulta a integração das famílias homoparentais na comunidade escolar, etc.

Revista Pátio Pedagógica, Ano XIII, Maio/Julho 2009, nº 50

sábado, 28 de novembro de 2009

Charadas e Enigmas - 2



Uma vez lancei aos leitores do Heureka um desafio de charadas e enigmas. Foi um dos tópicos mais comentado do nosso blog! Então, lanço agora um outro desafio, mas dessa vez sem as respostas! Se você souber, é só comentar e conferir com as outras depois.

1. Um homem estava apaixonado por sua namorada e resolveu pedir a sua mão em casamento:
    - Querida, eu te amo! Mas só caso contigo se você for virgem.
    - Querido, isso não importa, o que importa é que eu te amo!
    - Não! Eu te adoro, mas só casarei contigo se você for virgem.
    - Mas, querido... o que importa é que eu te amo!
    Qual é o filme?


2. O pai de Maria tem 5 filhas: Lala, Lelé, Loló, Lulú...Que filha da família está faltando nesta lista?

3. Quanto tempo leva um trem de 1km para atravessar um túnel de 1km de comprimento, se o trem viajar a        60km/h?

4. O que é maior que Deus e que os mortos comem, e se os vivos comer acabam morrendo?

5. Quatro romanos e um inglês viajavam num automóvel dirigido por uma mulher. Qual é o nome da mulher?

6. O rato roeu a roupa do rei de roma. Quantos erres tem nisso?

7. No dia anterior a ontem, Joana tinha 17 anos. No próximo ano ela completará 20. Como isso é possível?

8. Faça uma soma que dê 12 usando 3 número iguais que não seja 4.

9. Ao olhar para um retrato, um homem disse: Não tenho irmãs nem irmãos, mas o pai daquele homem (do retrato) é filho do meu pai. De quem é o retrato?

10. Quatro amigo vão ao museu e um deles entra sem pagar. O fiscal quer saber quem foi o penetra:
      - Eu não fui, diz o Benjamim.
      - Foi o Pedro, diz o Carlos.
      - Foi o Carlos, diz o Mário.
      - O Mário não tem razão, diz o Pedro.
      Só um deles mentiu. Quem não pagou?
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