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quarta-feira, 11 de março de 2009

O lápis e a borracha


O LÁPIS E A BORRACHA

O lápis e a borracha viviam brigando porque tudo o que o lápis escrevia a borracha apagava. Todos os dias os dois iam à escola. Certo dia, o lápis faltou. Então, a borracha resolveu ir até a casa do lápis para saber o que aconteceu. Bateu na porta e a mãe do lápis a atendeu.
- Por que o lápis não foi à escola? – a borracha perguntou.
- Ele está muito triste, quebrou a ponta e agora não pode escrever. Quer entrar para vê-lo?
- Sim! – respondeu a borracha.
- Ele está no quarto. – disse a mãe do lápis. Fique à vontade, estou indo trabalhar.
- Sim, obrigado!
Quando a borracha entrou no quarto, percebeu que o lápis realmente estava muito triste. Assim que o lápis a viu, disse:
- Você veio fazer pouco da minha cara?
- Não, não... É que você faltou hoje e queria saber o que tinha acontecido. – respondeu a borracha.
- Quebrei a minha ponta, não posso escrever.
- Por que você não foi à casa do apontador?
- Ele mora longe e minha mãe não quis me levar até lá. Você pode ir comigo? Não sei o caminho certo. – disse o lápis.
- Claro! Eu vou com você!
Durante o caminho, tiveram que se desviar da loja onde a mãe do lápis trabalhava. Ele não tinha pedido e com certeza levaria uma bronca. Caminharam, caminharam e finalmente chegaram à casa do apontador. Mas quem atendeu foi o irmão dele:
- Ihhh... Ele não está, foi na mercearia.
Então o lápis e a borracha foram à mercearia. Chegando lá, o dono da mercearia disse:
- Ele foi na farmácia comprar remédio pra ferrugem.
E mais uma vez os dois foram à procura do apontador.
- Quero te pedir desculpas, lápis. – disse a borracha. A gente sempre se desentende, mas queria saber se você topa ser meu amigo.
- Sim, mas se você apagar só o que eu escrever errado.
- Pode deixar, prometo que vou me controlar. – disse a borracha sorrindo.
E assim fizeram as pazes. Chegando na farmácia, finalmente encontraram o apontador.
- Precisamos da sua ajuda. – disse o lápis. Você pode apontar o meu amigo lápis?
- Bem que eu poderia, mas a minha gilete quebrou e estou sem dinheiro para comprar outra. O lápis lembrou que tinha guardando dinheiro para apontar sua ponta e deu ao apontador.
- Mas tem que me apontar direito, viu? – disse o lápis. E quero ficar com a ponta bem fina!
O apontador comprou a gilete e assim que a encaixou no seu dispositivo, apontou o lápis do jeitinho que tinha pedido.
- Pronto! Dá pra você escrever numas cinco folhas. – disse o apontador brincando.
E assim, o lápis e a borracha voltaram felizes, ainda mais porque se tornaram grandes amigos.


Texto produzido pela minha aluna Andressa Ferreira Felix, 5ª série, 11 anos.
Escola América Sarmento Ribeiro